sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

OLHA O BICHO

 
 
 

SORRISO DE IEDA

 
UM SORRISO COM TIMBRES COMBINADOS
DE NOTAS DESEJADAS
PELA ALEGRIA DE VIVER...
 
 
desenho e poesia Ze´´ Augustho Marques
 
 
 

TRAGÉDIA CULTURAL


A GARAGEM HERMÉTICA FOI FECHADA!!!!

 

UM LUGAR TRADICIONAL DO ROCK PURO DE PORTO ALEGRE! FERNANDO NAZER SEU GESTOR "IDEALISTÃO", NÃO AGUENTOU MAIS O ERGÁSTULO PÚBLICO DOS GESTORES CULTURAIS E SUAS ARGUIÇÕES BURRÓIDES, SEMPRE ÀS CANHAS DO FAZER CULTURAL. PARABÉNS SRs SECRETÁRIOS SÉRGIUS GONZAGA, R.JACOBY E ASSIS BRASIL POR ASSENTIR PELA FALTA DE MEMÓRIA CULTURAL DESSE ESTADO E MUNICÍPIO, E, BAIRROS... LOGO CHEGARÃO ÀS BIBLIOTECAS...

Zé Augustho Marques

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

SÓ DE FOCINHEIRA...







CHAMA O SÍNDICO

 

NESSES ÚLTIMAS 48 HORAS NO MUNDO E NO BRASIL, EU NÃO SEI O QUE É PIOR OU PIORADO PARA DAR MANCHETE: "O PAPA RENUNCIOU"... O CARDEAL MAHONY É MAIS UM QUE ESCONDE OS PEDÓFILOS...  A JORNALISTA E BLOGUEIRA YOANE SANCHES, PROTAGONISTA DA "DESCONEXÃO CUBA", SOFRE DOSSIÊ DE "BANANAS" E CENSURA PAGA COM DINHEIRO PÚBLICO...  RENAN CALHEIROS CRIA O CONSELHO DE TRANSPARÊNCIA NO SENADO...  OS POLÍTICOS DO BRASIL BRIGAM FERRENHAMENTE POR SUAS FATIAS DO BOLO E DÃO BOLO NO POVO...  OS IRMÃOS CRAVINHOS GANHAM O DIREITO AO SEMIABERTO...  O CARNAVAL CONTINUA NA BAHIA...   PRÁ AGUENTAR TUDO ISSO SÓ DE FOCINHEIRA! CHAMA O SÍNDICO LÁ DE CIMA: TIM MAIA! TIM MAIA...

 

Zé Augustho Marques

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

LANZAROTE


Lanzarote. O refúgio de José Saramago nas Ilhas Canárias
A paisagem vulcânica, cores escuras, relevo enrugado, resultado de erupções frequentes e com duração de anos, torna a lunar o aspecto dessa ilhas canárias.
Cortadas por ventos, açoitada pelas ondas nem sempre mansas do Oceano Atlântico. Lanzarote uma das sete ilhas do arquipélago está à vista no horizonte.
Nesse local tão inamistoso, como em exílio, o escritor português José Saramago estabelece novas raízes; aqui no pequeno povoado de Tias, casas nas cores brancas em contraste com o escuro das lavas expelidas pelos vulcões, o prêmio Nobel terá o seu último refúgio.
Pela autoestrada, partindo de Arrecife — porto livre onde podemos comprar com descontos — em direção ao Parque Nacional Timanfaya, não há como errar o caminho. Com a boa vontade local encontramos o destino, a vista da colina para a Praia del Carmem é interessante.
Timanfaya, região inóspita, sem fonte de água potável, vegetação escassa, alguns cardos são o único verde disponível, apresenta crateras de antigos vulcões, fumarolas de enxofre e águas ferventes onde os turistas cozinham os ovos levados para as refeições e piqueniques.
Em lutas constantes contra as autoridades de Portugal, incluindo a Igreja Católica, não esquece que foi rejeitado, mesmo expulso, devido aos seus pensamentos, suas palavras, seus livros e pela posição política de contestação à antigos valores.
Apesar de tudo, não estará tão longe das praias lusitanas. Lanzarote é a Ilha das Canárias mais próxima das suas origens, pode sentir e reconhecer as aragens vindas de tão longe.
O ambiente é adequado, combina com o caráter do poeta romancista, lugar possível para os seus últimos anos de vida.
Revolucionário, radical em atitudes, defende o ateísmo e o iberismo, sendo contra a Comunidade Européia.
Como membro do Partido Comunista engaja-se em lutas populares, mas sempre capaz de partir para polêmicas.
Em Porto Alegre, em conferência ficou claro o seu descontentamento com os rumos tomados pelo socialismo no mundo.
Metódico no que escrevia, não permitia correções ou alteração no seu texto, mesmo quando impressos para divulgação no Brasil. Não admitia modificações em termos ou palavras que tinham interpretação ou sentido diferente na antiga colônia. Frases longas, pontuação diferenciada, técnica de oratória são características de suas obras onde encontramos: “Memorial do Convento”, “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, e o“Ensaio sobre a cegueira”.
Ao interpretar de modo livre os textos da Bíblia, aumenta o nível de atrito, inclusive com o Papa Bento XVI, afirmando: “Lê a Bíblia e perde a fé”.
Com a sua segunda esposa, jornalista espanhola, como editora e amiga, continua criando novas obras. Aqui recebe a notícia da imortalidade criada pelo recebimento do Prêmio Nobel da Literatura. Para o poeta que descobriu a importância de cegueira, mesmo hoje vivemos numa pequena aldeia.
“Muito universo, muito espaço sideral, mas o mundo é mesmo uma aldeia” — José Saramago.

Após a sua morte, em 18 de junho de 2010, por decisão de sua esposa, Piñar Del Rio, ocorrerá a reconciliação definitiva.

Em Lisboa, em praça pública, perto da Casa dos Bicos, suas cinzas serão colocadas junto às raízes de oliveira centenária, símbolo de Portugal, árvore trazida da sua terra natal— Azinhaga, lá para a região do Ribatejo.

Momento de esquecer rancores, de perdoar desfeitas e mal entendidos, de reconhecimento e mesmo de perdão.

Talvez o vento, ao final das tardes, subindo as ladeiras de Alfama, recorde as palavras eternas:

“Estou convencido de que é preciso dizer não, mesmo que se trate de uma voz pregando no deserto”.— José Saramago.






TEXTO E FOTOS FELIPE DAIELO

domingo, 17 de fevereiro de 2013

LIVRO

 
“Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos sob suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.” 


[A Sombra do Vento]
―Carlos Ruiz Zafón
“Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos sob suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”


[A Sombra do Vento]
―Carlos Ruiz Zafón

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

ANO DO CENTENÁRIO DE VINÍCIUS


Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

PRATOS DA POESIA









PRATOS PINTADOS POR ZÉ AUGUSTHO MARQUES

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

CARTA AO SENADOR

TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .


Carta aberta ao Senador Renan Calheiros

"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h
por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe
manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.

Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em
1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição
dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória
de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem
nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a
vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do
desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse
qual fosse o preço,
Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os
poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de
dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um
mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles,
os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era
abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que
os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da
política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira
fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar
o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu
para os Omena, poderosos e perigosos.

Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o
Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de
Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser
Parido o novo Renan.

Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que
nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.
Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa
sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento
De vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você
o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu
que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria
em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em
Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,
todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e
opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo
do Rei."

Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A
alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém,
diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,
gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez.
Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à
larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu
caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha
com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista
Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av.
Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.

E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia
pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas
estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a
qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -
e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que
blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis
Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política
brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens
nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse
público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da
renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que
exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José
Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois
de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a
alquimia de 50 anos de malandragem?

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O
presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje
hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou
o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim,
senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos
gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a
quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.

E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o
camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a
sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua
carreira.
Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in
pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito
sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do
outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero
absolver Renan.

Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou
possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..

E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!
Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na
realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel,
comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí,
Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA
DE R$ 5.000.000.

Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como
comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome delaranjas?
Que herança moral você deixa para seus descendentes?.

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem
escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena?
Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário
de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de
agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das
mesas de pôquer!

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você
será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta
o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento
desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por
causa de gente como você!

Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha
na cara.

Os alagoanos agradecem.

Thereza Collor

sábado, 9 de fevereiro de 2013

????????????

 
Sem mais...

UMA NOVA VISITA ...


UMA NOVA VISITA À FUNDAÇÃO

              IBERÊ CAMARGO

 

MORANDI FOI SEM DÚVIDA UM DOS MAIORES ARTISTAS PLÁSTICOS DO SÉCULO PASSADO. SEU PROTAGONISMO POÉTICO GIRA EM TORNO DA LUZ NUMA ANTICROMIA AUTÊNTICA DE SUA BUSCA INCANSÁVEL DE RELATIVIZAR FORMA E ESPAÇO DOS OBJETOS, COMO FIGURAS QUE REPRESENTEM SEUS ESPLENDORES E SEUS VAZIOS... ATÉ A POEIRA O RECONDUZ A ESCALA SIMPLES E NATURAL DE SUA PALETA BAIXA . IMPERDÍVEL, INCONFUDÍVEL E ESPETACULAR.

 

Zé Augustho Marques





Zé Augustho Marques





Ieda Cabrera

Paulo Jairo e Zé Augustho


Rosana Gubert e Zé Augustho
 
 
 
 
 

 
 

...E TAMBÉM O  "OUTRO" NA PINTURA DO IBERÊ CAMARGO QUE INVESTIGA A EMERGÊNCIA DA ALTERIDADE EM SUA OBRA, E RESGATA COM ESTA EXPOSIÇÃO O VERSO OU "OUT-SIDE" DA IMAGEM ESTERIOTIPADA QUE O PÚBLICO, EM GERAL, TEM DO MESTRE. TROCANDO EM MIÚDOS: AMPLIAR A COMPREENÇÃO QUE JÁ TORNA-SE URGENTE, DA AMBIGUIDADE DO ARTISTA IBERÊ CAMARGO NESSE "OUTRO" QUE EXTRACORPÓREAMENTE VIVIA NO HOMEM IBERÊ.

Zé Augustho Marques


 
 
 
fotos. Zé Augustho e Ieda Cabrera
 

SAUDADES DE ÂNGELA







"portal"

 

para ângela jobim, agora

 vestida de segunda pele e

 perfumes mudos de um silêncio

em fundo blues...

saudades.

zÉ aUGUSTHO maRQUES

 

..."olha a saudade da gritaria

meninada que corria nessa casa

de tanta gente que mudou dessa cidade

e se ausentou de nós..."

(vERSO E MÚSICA DE JERÔNIMO JARDIM QUE ÂNGELA GRAVOU)

SAUDADES...