quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
SORRISO DE IEDA
UM SORRISO COM TIMBRES COMBINADOS
DE NOTAS DESEJADAS
PELA ALEGRIA DE VIVER...
desenho e poesia Ze´´ Augustho Marques
TRAGÉDIA CULTURAL
A GARAGEM HERMÉTICA FOI FECHADA!!!!
UM LUGAR TRADICIONAL DO
ROCK PURO DE PORTO ALEGRE! FERNANDO NAZER SEU GESTOR "IDEALISTÃO",
NÃO AGUENTOU MAIS O ERGÁSTULO PÚBLICO DOS GESTORES CULTURAIS E SUAS ARGUIÇÕES
BURRÓIDES, SEMPRE ÀS CANHAS DO FAZER CULTURAL. PARABÉNS SRs SECRETÁRIOS SÉRGIUS
GONZAGA, R.JACOBY E ASSIS BRASIL POR ASSENTIR PELA FALTA DE MEMÓRIA CULTURAL
DESSE ESTADO E MUNICÍPIO, E, BAIRROS... LOGO CHEGARÃO ÀS BIBLIOTECAS...
Zé Augustho Marques
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
SÓ DE FOCINHEIRA...
CHAMA O SÍNDICO
NESSES ÚLTIMAS 48
HORAS NO MUNDO E NO BRASIL, EU NÃO SEI O QUE É PIOR OU PIORADO PARA DAR
MANCHETE: "O PAPA RENUNCIOU"... O CARDEAL MAHONY É MAIS UM QUE
ESCONDE OS PEDÓFILOS... A JORNALISTA E
BLOGUEIRA YOANE SANCHES, PROTAGONISTA DA "DESCONEXÃO CUBA", SOFRE DOSSIÊ DE "BANANAS" E CENSURA PAGA COM
DINHEIRO PÚBLICO... RENAN CALHEIROS CRIA
O CONSELHO DE TRANSPARÊNCIA NO SENADO...
OS POLÍTICOS DO BRASIL BRIGAM FERRENHAMENTE POR SUAS FATIAS DO BOLO E
DÃO BOLO NO POVO... OS IRMÃOS CRAVINHOS
GANHAM O DIREITO AO SEMIABERTO... O
CARNAVAL CONTINUA NA BAHIA... PRÁ
AGUENTAR TUDO ISSO SÓ DE FOCINHEIRA! CHAMA O SÍNDICO LÁ DE CIMA: TIM MAIA! TIM
MAIA...
Zé Augustho Marques
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
LANZAROTE
Lanzarote. O refúgio de José Saramago nas Ilhas Canárias
domingo, 17 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
ANO DO CENTENÁRIO DE VINÍCIUS
Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
CARTA AO SENADOR
TEXTO DE TEREZA COLLOR
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .
Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h
por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe
manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.
Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em
1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição
dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória
de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem
nunca a ousar como os bandidos.
Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a
vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do
desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse
qual fosse o preço,
Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os
poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de
dinheiros.
Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um
mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles,
os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era
abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que
os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da
política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira
fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar
o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu
para os Omena, poderosos e perigosos.
Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o
Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.
Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de
Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser
Parido o novo Renan.
Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que
nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.
Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa
sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento
De vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você
o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu
que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria
em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em
Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,
todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e
opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo
do Rei."
Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A
alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém,
diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,
gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"
Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez.
Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à
larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu
caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha
com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista
Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av.
Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.
E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia
pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas
estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a
qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -
e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que
blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis
Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.
Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política
brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens
nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse
público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da
renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que
exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José
Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois
de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a
alquimia de 50 anos de malandragem?
Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O
presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje
hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou
o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim,
senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos
gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a
quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.
E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o
camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a
sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua
carreira.
Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in
pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito
sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do
outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero
absolver Renan.
Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou
possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:
1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..
E SÒ.
Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!
Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na
realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel,
comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí,
Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA
DE R$ 5.000.000.
Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como
comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome delaranjas?
Que herança moral você deixa para seus descendentes?.
Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem
escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena?
Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário
de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de
agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das
mesas de pôquer!
O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você
será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta
o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento
desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por
causa de gente como você!
Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha
na cara.
Os alagoanos agradecem.
Thereza Collor
Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .
Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
"Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h
por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!
Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe
manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.
Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em
1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição
dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória
de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem
nunca a ousar como os bandidos.
Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a
vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do
desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse
qual fosse o preço,
Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os
poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de
dinheiros.
Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um
mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles,
os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era
abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que
os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não
mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da
política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira
fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar
o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu
para os Omena, poderosos e perigosos.
Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o
Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.
Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de
Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser
Parido o novo Renan.
Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que
nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.
Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa
sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento
De vencedor.
Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você
o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu
que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria
em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em
Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,
todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e
opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo
do Rei."
Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A
alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém,
diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,
gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"
Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez.
Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à
larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu
caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!
Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha
com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista
Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av.
Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.
E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia
pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas
estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a
qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -
e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que
blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis
Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.
Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política
brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens
nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse
público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da
renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que
exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José
Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois
de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a
alquimia de 50 anos de malandragem?
Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O
presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje
hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?
Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou
o Supremo Tribunal Federal?
No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim,
senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos
gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a
quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.
E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o
camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a
sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua
carreira.
Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in
pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito
sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do
outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero
absolver Renan.
Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou
possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:
1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,
2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,
3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,
4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..
E SÒ.
Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!
Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na
realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel,
comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí,
Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA
DE R$ 5.000.000.
Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como
comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome delaranjas?
Que herança moral você deixa para seus descendentes?.
Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem
escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena?
Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário
de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de
agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das
mesas de pôquer!
O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você
será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.
Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta
o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento
desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por
causa de gente como você!
Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha
na cara.
Os alagoanos agradecem.
Thereza Collor
sábado, 9 de fevereiro de 2013
UMA NOVA VISITA ...
UMA NOVA VISITA À FUNDAÇÃO
IBERÊ CAMARGO
MORANDI FOI
SEM DÚVIDA UM DOS MAIORES ARTISTAS PLÁSTICOS DO SÉCULO PASSADO. SEU PROTAGONISMO
POÉTICO GIRA EM TORNO DA LUZ NUMA ANTICROMIA AUTÊNTICA DE SUA BUSCA INCANSÁVEL
DE RELATIVIZAR FORMA E ESPAÇO DOS OBJETOS, COMO FIGURAS QUE REPRESENTEM SEUS
ESPLENDORES E SEUS VAZIOS... ATÉ A POEIRA O RECONDUZ A ESCALA SIMPLES E NATURAL
DE SUA PALETA BAIXA . IMPERDÍVEL, INCONFUDÍVEL E ESPETACULAR.
Zé Augustho
Marques
Zé Augustho Marques
Ieda Cabrera
Paulo Jairo e Zé Augustho
Rosana Gubert e Zé Augustho
...E TAMBÉM O
"OUTRO" NA PINTURA DO IBERÊ CAMARGO QUE INVESTIGA A EMERGÊNCIA
DA ALTERIDADE EM SUA OBRA, E RESGATA COM ESTA EXPOSIÇÃO O VERSO OU
"OUT-SIDE" DA IMAGEM ESTERIOTIPADA QUE O PÚBLICO, EM GERAL, TEM DO
MESTRE. TROCANDO EM MIÚDOS: AMPLIAR A COMPREENÇÃO QUE JÁ TORNA-SE URGENTE, DA
AMBIGUIDADE DO ARTISTA IBERÊ CAMARGO NESSE "OUTRO" QUE
EXTRACORPÓREAMENTE VIVIA NO HOMEM IBERÊ.
Zé Augustho Marques
fotos. Zé Augustho e Ieda Cabrera
SAUDADES DE ÂNGELA
"portal"
para ângela jobim, agora
vestida de segunda pele e
perfumes mudos de um silêncio
em fundo blues...
saudades.
zÉ aUGUSTHO maRQUES
..."olha a saudade
da gritaria
meninada que corria
nessa casa
de tanta gente que
mudou dessa cidade
e se ausentou de
nós..."
(vERSO E MÚSICA DE
JERÔNIMO JARDIM QUE ÂNGELA GRAVOU)
SAUDADES...
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![“Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos sob suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece.”
[A Sombra do Vento]
―Carlos Ruiz Zafón](https://fbcdn-sphotos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/s480x480/71841_411276242293791_297600145_n.jpg)























