É isso aí... mais gentileza e poesia e menos corrupção e hipocrisia.
Abração...
Catulo
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
NATAL
Luiz de Miranda
Vem o Natal,
o Cristo sem cruz
que caminhou
sobre as águas,
e nos deixa livres
para voar
ao infinito,
mesmo com nosso
grito de dor.
Vou abraçar o Kenny
que está
de aniversário.
É o Natal,
é feito uma canção
em forma de oração.
Depois, passo no Ucha,
amigo antigo
de livros e boêmia.
O afeto permanece
na luz de uma prece.
A ORGIA DA TROCA Uma luxuria de amizade, descontinua e secreta, com significação plena no circuito de troca da economia cotidiana. Hipocritamente a sociedade de consumo inventou uma forma ideal de perpetuar o espetáculo e o frenesi do natal: o amigo secreto, uma espécie de instituição de caridade da civilização dos bancos, do cartão de crédito e do comércio, e da felicidade profana proporcionada pelas operações mercadológicas. Religiosamente um mito da moderna tradição natalina. Seu princípio fundamental se baseia numa troca circular entre parentes, amigos ou colegas que participam de uma corrente, com uma discreta semelhança com certas instituições econômicas primitivas. Sustentada por um fantástico mercado de presentes, muito bem divulgado pelos fluxos de signos da indústria publicitária. Esta cretina amizade não passa de mais uma válvula do preciso sistema alimentador da economia da sociedade burguesa, com uma demanda de excrementos/ presentes maior que o entediado dia das mães , pois conta com mais um salário, o décimo terceiro. Cada participante desta corrente é obrigado a fazer uma dádiva a alguém e receber uma recompensa de um outro. Dá-se e recebem-se presentes como uma forma de intimidade exterior. Na maioria das vezes com valores equivalentes, previamente é estipulado o valor mínimo da coisa a ser doada. Não vale receber CDs e dar flores. O teatro do amigo secreto não passa de uma brincadeira sarcástica e maldosa. Uma reprodução simbólica das relações de troca do universo pequeno burguês, com o toque e o sorriso da precariedade arcaica. Uma surpresa compulsivamente esperada, calcada na necessidade imposta de perda, doação e reconhecimento. Ou seja, a necessidade de adquirir, consumir coisas, objetos. O servil exercício motivador da atividade de viver no mundo ocidental regido pelo capital e pelos sistemas de créditos expropriadores do gozo do corpo.
Almandrade (artista plástico, poeta e arquiteto) www.provadoartista.com.br/almandrade.html www.expoart.com.br/almandrade
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Feliz 2012 com Gentileza
Menos Corrupção e Mais E Mais Gentileza em 2012
"Amor palavra que liberta"
... Se hoje foi um novo dia
do dia em que o tempo libertou
uma voz de viaduto
ainda escreve poesia
para todos
nesse mundo que errou
que errou desse mundo
Agora a cidade tem seu texto
que um dia a sujeira urbana
despintando apagou
"Pintando tudo de cinza"
"A palavra no muro"
Que Gentileza " o Profeta" tombou
com sua escrita de erres dobrados
uma nova língua recriou
de verdes amarelos sonhados
que alguéns muitos dias roubou
"Mas feito louco pelas ruas"
"Com sua fé"...
Gentileza o profeta muralista
com seu sorriso equilibrista
uma nova vida recriou
Às margens plácidas dessa terra
seu estandarte que liberta
Não nunca
se apagou
Para "O Gentileza"
O Profeta andarilho e muralista urbano que criou a frase:
"Gentileza gera gentileza" em 1980 no Viaduto do Caju no Rio de Janeiro.
Em 1996. Ficou na memória...
Zé Augustho Marques
Zé Augustho Marques
Olá, caro poeta José Augustho!
Obrigado pela linda mensagem, mui bem-vinda, por volta deste
Natal.
Muito bonita, justa e merecida homenagem ao poeta Gentileza.
Poema sensível, que nos lembra um tipo do nosso folclore urbano
que marcou, Brasil afora.
Lembro dele, o Gentileza, aqui, em Fortaleza.
Sem dúvida, um poeta marcante, ainda que não tenha publicado
verso algum.
Com delicadeza não estaríamos enfrentando a desenfreada onda
de violència que assola o País.
Desejo-lhe um FELIZ NATAL, um ANO BOM, cheio de alegria e novas
realizações,
João Gomes da Silveira
Obrigado pela linda mensagem, mui bem-vinda, por volta deste
Natal.
Muito bonita, justa e merecida homenagem ao poeta Gentileza.
Poema sensível, que nos lembra um tipo do nosso folclore urbano
que marcou, Brasil afora.
Lembro dele, o Gentileza, aqui, em Fortaleza.
Sem dúvida, um poeta marcante, ainda que não tenha publicado
verso algum.
Com delicadeza não estaríamos enfrentando a desenfreada onda
de violència que assola o País.
Desejo-lhe um FELIZ NATAL, um ANO BOM, cheio de alegria e novas
realizações,
João Gomes da Silveira
Arte fotográfica de Alana Linhares
Zé Augustho,
fico lisonjeada com a referência. linda a estrofe.
quanto à foto, ela pode ser visualizada e baixada em meu flickr, onde publico meus trabalhos fotográficos: http://www.flickr.com/photos/malverick/
abraços,
MENSAGEM DE ANO NOVO 2011-2012
Que o Ano Novo passe lentamente nos momentos de prazer; como um raio, nas horas de tristeza; que não sintamos em nós sua passagem no calendário; que não nos roube um naco sequer de nossas esperanças e de nossos bem economizados tesouros de amor e de saudade.
(Jerônimo Jardim)
sábado, 17 de dezembro de 2011
Os 104 anos de Oscar Niemayer (dia 15)
Palavras do mestre:
É necessário sonhar
com os olhos abertos.
A linha reta não sonha...
É necessário sonhar
com os olhos abertos.
A linha reta não sonha...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Affonso Romano de Sant’Anna
Eu ja estava grilado com essas “agências de risco” das quais jornais passaram a falar constantemente, essas entidades misteriosas que dão notas às economias dos países, como se fossem juizes do mundo. Mas acabo de ler uma entrevista longa de Mario Soares (ele velho socialista, que já foi primeiro ministro e presidente de Portugal) na qual faz uma advertência: os presidentes não mandam mais em seus países, quem manda é o Mercado e, sobretudo, as agências de riscos.
Daí me permito um trocadilho:: agência de ricos ou de riscos? Essas agências estão interessadas no sistema ou nas pessoas?
Há algo intrigante nisso. Algo que me lembra a noção que na minha infância, eu tinha diante de meu pai maçon: de que na Maçonaria havia uma série de segredos e rituais que só os iniciados conheciam. Algo que lembra paradoxalmente o Partido Comunista, onde as coisas eram resolvidas em segredo por uma cúpula e as bases tinham que seguir como caneirinhos.
Lembro-me alias, de uma experiencia decisiva que explica porque não entrei para o PC. Chamaram-me para uma reunião. Curioso, fui . Quando perguntei sobre quem tinha feito a pauta, disseram que era uma instância superior. E me informaram que eu não podia ter acesso a essa instância, por questão de segurança. Desisti. Se tendo acesso direto às iinformações já não percebo bem as coisas, imagine delegando para outros minha opinão e minha vida…
Quem são essas agências, esses deuses “ ex machina”? Essas Moody´s, Standard &Poor´s e Fitch? Que pessoas trabalham ai? Gostaria de ver reportagens desvendando esse mistério.
Imagino que esses senhores sejam otimos contadores, que saibam (soberamente) avaliar os riscos dos titulos da dívida soberana dos países. Cada agência tem modelso proprios para analisar as economias. Mas sera que a economia é mesmo científica? Ja outros mais sábios que eu demonstraram que a ciência tem por fundamento algo que não é cientifico. Como se sabse, o que é cientifico hoje pode não o ser amanhã.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Caligrafia imperfeita
Amanhã será imperfeita em sua caligrafia!
Seus endereços estão atualizados...
Deverá ser mais generosa para deixar-se
ver no escuro da cor,
uma vez só!
(Desenho Zé Augustho-técnica mista)
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
7.000
(foto Rosane Scherer)
Ontem completou a marca de 7.000 visitações
neste blog. Em 7 meses...
Ainda vale a pena fazer cultura.
domingo, 11 de dezembro de 2011
CCMQ
Zé Augustho e Vera Pinto (jornalista Correio do Povo)
Gabi Benedict e Zé Augustho
Maristela Bairros e Zé Augustho
Zé Augustho e Leila Mattos
Autoridades presentes no evento.
Fotos do dia em que finalmente houve o encontro entre artistas,
jornalistas e políticos na CCMQ para a assinatura de contrato de
sua revitalização e modernização... Depois de quase uma década
de descaso! Desejo nunca mais ter que esperar tanto, para dar esta
notícia!!!!
sábado, 10 de dezembro de 2011
Uma tarde de Arte na casa atelier de Gustavo Nakle em Belém Novo
Calor e poesia de minúcias...
Nakle e Rosana Gubert
Nakle em uma de suas novas paixçoes escultóricas
Nakle e Ieda Cabrera
Nakle e Paulo Torres Garcia
Nakle e Zé Augustho Marques
As possibilidades da arte em vidro
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