quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Livro







 
 
Livro para pré-adolescentes 75 conselhospara sobreviver na escola ganha publicação no Brasil
 
Obra publicada pela Editora Salamandra tratados dilemas da adolescência com muito bom humor
 
Apesar de todo ser humano ser obrigado a passar pela adolescência e de todo adulto saber da confusão que é a transição entre a infância e a maturidade, só quem está passando pelos 12 anos sabe como a vida pode ser bem difícil. São inúmeras dificuldades: seus pais, que já estão um pouco mais velhos mas insistem que ainda são jovens, te culpam e castigam por infrações que você sequer cometeu; seus irmãos mais novos só pensam em te delatar para os seus pais e destruir sua reputação; as espinhas e cravos estão desconfigurando seu rosto e você tem certeza que nada será como antes. Por último, mas não menos importante, você tem a escola e as complicadas relações que você precisa estabelecer por lá: ter uma melhor amiga, lidar com uma nova sala todo início de ano, enfrentar silenciosamente os populares, arrumar um namorado, as aulas de educação física... 
Para ajudar os adolescentes que estão passando por essa fase, quando o universo parece sempre estar conspirando contra e a escola é mais um daqueles lugares onde o sofrimento está garantido, a editora Salamandra tem um lançamento que promete ajudá-los a enfrentar essa fase com muito bom humor: 75 conselhos para sobreviver na escola – Manual patenteado por mim mesma para facilitar a sua vida, da autora espanhola María Frisa. 
Com 24 capítulos e 75 valiosos conselhos espalhados ao longo do livro, a protagonista Sara fala das mais diversas situações que ocorrem não somente na escola, mas em casa e com seus pais também, e como driblá-las da melhor forma possível. Com muito humor e uma maneira típica de adolescente de lidar com os acontecimentos, 75 conselhos para sobreviver na escola promete muitas risadas nesse momento tão difícil da vida da garotada.
No final do livro, o leitor encontrará uma cartela de adesivos inspirados nos desenhos que aparecem ao longo da obra e também aprende como desenhar seu próprio chibi, termo japonês utilizado para contextualizar bonequinhos muito bacanas e que se assemelham com os personagens mangá ou anime, em versão infantil. 
Foto: conselhos.jpg
 
Sobre a Moderna LiteraturaA Moderna na área de Literatura desenvolve conteúdos para que o aluno-leitor – desde a Educação Infantil até o Ensino Médio – ative sua capacidade de compreender, analisar e refletir. Com obras de ficção, não ficção e arte, o selo oferece recursos para que o professor tenha a sua disposição diferentes oportunidades de ensino, tais como: um plano leitor, apresentando os níveis de dificuldades de cada livro; um projeto de leitura, sugerindo atividades criadas por especialistas; e uma assessoria pedagógica específica para a necessidade da escola. Sempre em busca de novos caminhos para a excelência de suas publicações, em uma iniciativa inédita no mercado editorial brasileiro, trouxe com exclusividade para seu catálogo todas as obras do renomado autor Pedro Bandeira, criando assim um momento importante para a literatura brasileira infantil e juvenil. O sucesso desta ação foi repetido, com a escritora e ilustradora Eva Furnari, e com o autor Walcyr Carrasco, cronista, dramaturgo, roteirista, tradutor e adaptador de clássicos da literatura. (http://www.modernaliteratura.com.br)
Contatos para a imprensaS2Publicom Mariana Shinkawa - mariana.shinkawa@s2publicom.com.br - Tel: (11) 3027-0271
Kadygia Ferreira - kadygia.ferreira@s2publicom.com.br - Tel: (11) 3027-0209
Natália Rodrigues  natalia.rodrigues@s2publicom.com.br - Tel: (11) 3027-0205
Elaine D`Ávila – elaine.davila@s2publicom.com.br - Tel: (11) 3027-0223 





 

TROVAS

BAÚ DE TROVAS [CI]


1 Adversidade
Contigo, o mundo sorria
bem na minh?alma, querida.
Sem

Recanto das Letras
http://www.recantodasletras.com.br

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

TE CUIDA MONTEIRO LOBATO..................

ESCONDAM SEUS MONTEIROS LOBATOS..........

A NOVA MINISTRA DA DESINTEGRAÇÃO NACIONALISTA

ESTÁ NA CAÇA DELES..............

CUIDADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 4 de janeiro de 2015

FACULDADE DAS BLABLAQUICES

a ministra da AGRICULTURA DISSE COM TODAS AS LETRAS

QUE NÃO MAIS EXISTE LATIFÚNDIO NO BRASIL...............

EM QUE BRASIL ELA VIVE?

EM QUE MUNDO ELA VIVE?

ESTAMOS CAMINHANDO CADA VEZ MAIS PARA A GRANDILOQUENCIA

DAS BABAQUICES CANASTRÔNICAS DESSES ATORES FORA DA REALIDADE

POLÍTICA E SOCIAL.....

PARECEM ESTAR FAZENDO CURSO NA MESMA FACULDADE DO LULA.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PAIXÃO

Eles vem Chegando e Cantando

Sempre que se aproxima o fim do ano, vejo com desencanto que a querência gaúcha, vai se deixando envolver mais pelas fantasias das luzes da cidade, pela ambição de um comércio sedento de grandes lucros. Refiro-me ao mercantilizado NATAL. Na colonização hispano lusitana da America do Sul, especialmente do Cone Sul, incluindo os países tropicais como Brasil (abrangendo o estado do Rio Grande do Sul) o natal estava despido do cenário de neve, renas, trenós e pinheirinhos coloridos, de desenhos e figuras caricatas e profanas (como Papai Noel) não cristãs, ausência da obrigação de presentear e negociar de fúteis objetos, e desumanas atitudes.
O nosso homem do campo desconhecia as comemorações de Natal à maneira como hoje são usais nas cidades. Isto não quer dizer que no campo as pessoas tenham se esquecido das mensagens cristãs de Natal, da entrada de Ano Novo e do Dia Dos Reis. Se o dia 1° de janeiro é festivamente assinalado por churrascadas , não menos vibrantes são os festejos de Natal  com os Ternos de Reis” – Os Reses – grupos musicais que anunciam, de rancho em rancho, de casa em casa, o nascimento do Salvador, até o dia 06 de janeiro.
O objetivo desta visita varia de um Terno para outro: alguns visam unicamente louvar a memória de Jesus Menino. Há aqueles que, oprimidos pelas necessidades materiais que muitas vezes afligem nossos trabalhadores rurais, saem “pedindo ou tirando reis”, na certeza de que ao menos no campo, ainda não se esqueceram de todo, as lições de fraternidade que Cristo legou aos nossos homens de bem. No transcurso de sua “missão”, um Terno desenvolve uma ação lítero-poética, que se fundamenta nas “Estações”, isto é , na temática que a Bíblia do Novo Testamento deixou.
No Rio Grande do Sul, as festividades Natalinas da tradição gaúcha, até a Chegada do Reis, são momentos da família riograndense, de muita paz e alegria a todos e esperança com a mensagem do Menino Jesus .
 
slide q003
Meu terno chega em sua morada, louvando os Reses :
Agora mesmo cheguemo
Meu senhor dona de casa
Na beira de seu terrero
   
Escutais que ouvireis
Para tocá e cantá
     
Numa lapa em Belém

Licença peso a premero
Nasceu o Reis dos Reis
Porta aberta, luz acesa
Os anjos, santos, pastores

É sinal de alegria
Uniam oração puras
Entra eu, entra meu terno
Tecendo a Jesus louvores

Entra toda a compania    
E glorias nas alturas
Jesus Cristo está nascido                                        
Dentro da majedoura

Para ser sempre adorado                                       
O senhor Jesus nasceu
Nosso prazer é profundo
                                        
Hoje é noite de Natal

És o filho de Deus que veio Salvar o mundo       
Brilham estrelas no céu
 
 10[1]
 
Tinha Deus determinado                                       
Melchior , Baltazar , Gaspar
A Humanidade remir
                                              
Trazendo ouro, mirra, incenso

Libertando-a do pecado                                         
Ao rei que vão adorar
E lhe dando outro porvir                      
                 
Por que tem prestigio imenso
 
E nesse presépio oculto                                          
Vamos dar a despedida
Tão pobre de ostentação
                                       
Como deu Cristo em Belém

Veio a luz belo vulto                                                
Esse terno se despede
Que nos trouxe a salvação
                                     
Até o ano que vem.
 
reis magos

                                                     
Muita paz e saúde a todos  
Salve a Tradição Gaúcha                       Paixão Cortês &Marina
 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

LIXOOOOOOOOOOOO.

lixo,

LIXOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

COMEÇOU COM LIXO NAS RUAS,

 NAS PRAÇAS,

NAS PRAIAS,

NOS CONDOMÍNIOS,

NAS VILAS

,NO MORRO,

NA MONTANHA

,NA LANCHERIA,

NA SARGETA,

NOS BUEIROS......

2015 COMEÇOU,

 ESTÁ AÍ. TUDO IGUAL.............

2015

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FELIZ 2015

by falabrasilcultura
Vamos colorir o ano de verdades, amor e solidariedade...
Vamos pensar e fazer da felicidade a principal bandeira para a PAZ.
Respeitar as diferenças, e praticar o BEM!
Último fim de tarde do ano de 2014
Fotos: Rosane Scherer/FB
fim de tarde de 31.12.2014
fim de tarde de 31.12.2014
Fala Brasil Ft rosane scherer8156 Fala Brasil Ft rosane scherer8162 Fala Brasil Ft rosane scherer8169 Fala Brasil Ft rosane scherer8180 Fala Brasil Ft rosane scherer8188
falabrasilcultura | Janeiro 1, 2015 às 3:17 am | Categorias: Uncategorized | URL: http://wp.me/pRH3j-Cl

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

VAMOS TODOS PARA PASSÁRGADA

COM A ESPERANÇA DE COR DE BURRO QUANDO FOGE,

VAMOS ABRIR O ANO

COM A VOLTA INUSITADA DE JUCA FERREIRA.

MINISTRO DA CULTURA QUE JÁ FOI MINISTRO

 E SECRETÁRIO DE CULTURA DO TAMBÉM

MINISTRO DA CULTURA GILBERTO GIL..........

NADA FIZERAM,

A NÃO SER PARA SEUS PARES E AMIGOS INDICADOS DO REI.

CABE VÍRGULA PARA INDIGNAÇÃO DE MARTA SUPLICY,

EX MINISTRA DA CULTURA QUE COSPE CRÍTICAS

NO BOM PRATO QUE COMEU AO NOVO MINISTRO.........

ENTÃO EU LHES DIGO:

VAMOS TODOS PARA PASSÁRGADA

POIS LÁ SEREMOS TODOS AMIGOS DO REI?

VOCE DECIDE E JÁ DECIDIU..............

VIVA A CULTURA DO BRAZIU VAZIO...............

FELIZ 2015

 
poesia visual Zé Augustho Marques

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Candido Portinari

Laudo revela origem do afresco inédito descoberto
durante o restauro do Museu Casa de Portinari
 
Análise foi realizada por especialistas da Comissão de Autenticidade das Obras de Candido Portinari, do Projeto Portinari
 
 
 
Um trabalho realizado a quatro mãos. Esta é a conclusão da análise realizada pela Comissão de Autenticidade das Obras de Candido Portinari, responsável por determinar a autoria do afresco inédito descoberto durante o restauro do Museu Casa de Portinari, na cidade de Brodowski, interior de São Paulo. Os pesquisadores concluíram que o artista paulista colaborou para a realização do afresco, mas que a pintura teve a participação de outro artista, não identificado. O resultado sai às vésperas das celebrações pelos 111 anos de nascimento de Portinari, comemorados no dia 30 de dezembro. 

A Madona com Menino Jesus, como foi batizada, não pode ser considerada uma obra finalizada, mas um estudo de figuras e da aplicação dos tons pastéis. Mesmo assim, concluiu a Comissão, deve ser inscrita no rol das obras autênticas de Portinari, com a observação de que sua autoria é compartilhada. Portinari orientou este outro artista na execução geral da obra e pintou, ele mesmo, o detalhe do rosto do Menino Jesus. O laudo é assinado por Christina Penna, Edson Motta, Cláudio Valério e Noélia Coutinho, além de João Candido Portinari, diretor-geral do Projeto Portinari e filho do artista.

As análises começaram em maio deste ano, logo após a reinauguração do Museu Casa de Portinari. O afresco foi descoberto durante as obras de restauro realizadas pelo Governo do Estado de São Paulo, proprietário do museu, entre 2012 e 2013. A pintura estava coberta por camadas de tinta de parede comum, ao lado da porta, em um cômodo que já havia sido uma varanda e que mudou de função ao longo de sucessivas reformas.

A casa, onde o pintor passou a infância e para onde voltava com freqüência ao longo de toda sua vida adulta, era um grande laboratório do artista, que preencheu suas paredes com rascunhos e obras finalizadas nas técnicas de pintura mural e afresco.

Assim que a nova pintura foi descoberta, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo procurou o Projeto Portinari, instituição responsável pela avaliação de autenticidade das obras do artista, que designou uma comissão especializada para estudar o caso. A preocupação se deu porque pelo menos outros três artistas, a convite de Portinari, também deixaram obras nas paredes da casa: Paulo Rossi Osir, José Moraes e Joanita Blank.

“A descoberta do novo afresco foi bastante importante porque ele se constitui em um testemunho valioso sobre o processo de trabalho e sobre a relação do Portinari com outros artistas. Ele reforça a dimensão da Casa como um espaço de estudo e trabalho do artista”, afirma o Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, Marcelo Mattos Araujo.

Segundo Angélica Fabri, diretora executiva da ACAM Portinari, organização social de cultura que administra o Museu Casa de Portinari em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, o fato de o artista ser um dos autores do novo afresco também fortalece a relação dele com sua terra natal. “Portinari costumava passar temporadas em Brodowski (SP), sempre em busca de ideias e de inspiração. Ele gostava de pintar sua gente, sua cultura e seus costumes, e também aproveitava para fazer estudos com novos materiais que pudessem ser aplicados em suas obras”, explica.

Para chegar ao resultado do laudo, a comissão comparou o afresco descoberto com os outros existentes no imóvel. A Madona com Menino Jesus possui características bastante diferentes das demais obras, assim como o Sagrado coração de Jesus, outro afresco existente no mesmo cômodo, descoberto num restauro anterior.  Ambas foram pintadas por volta de 1937 e são obras rústicas, tanto no desenho como na técnica. Além disso, o fato de que foram encobertas, provavelmente por intenção do artista, indicam que não eram consideradas obras finais.

Quem pintou a Madona com Menino Jesus junto com Portinari, porém, continua um mistério. “A determinação objetiva de qual artista teria colaborado na execução do afresco será impossível”, afirma o laudo, já que não existe documentação referente a este estudo. Além disso, “as análises das obras de outros artistas que constam desse laudo não foram conclusivas quanto à técnica e ao estilo que se aproximassem do afresco”.
 
O Museu Casa de Portinari - Instalado na casa onde Candido Portinari residiu urante sua infância e juventude, em Brodowski (SP), o Museu Casa de Portinari é uma instituição da  Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo que representa o marco concreto do vínculo do artista com sua terra natal, ligação que é celebrada e perpetuada em sua obra plástica e poética. O último restauro foi realizado entre os anos 2012 e 2013, com investimento de R$ 4,2 milhões no reforço estrutural, restauro artístico e implantação de projeto expositivo inteiramente novo, que ressalta a relação de Portinari com sua terra natal. 

Devido às várias obras em pintura mural nas paredes da casa e em uma capela nos jardins da residência, a preservação do conjunto tornou-se imprescindível. O primeiro passo ocorreu em 9 de dezembro de 1968, quando a casa foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).  No ano seguinte, o imóvel foi desapropriado e adquirido pelo Governo do Estado de São Paulo e, em 22 de janeiro de 1970, foi tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo). Com esforços da família do artista, do município e do Estado, o museu foi instalado e inaugurado em 14 de março de 1970.


Mais informações à Imprensa
 
Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Renata Beltrão – rmbeltrao@sp.gov.br | (11) 3339 8166 | (11) 99267 5447
Natália Inzinna – ninzinna@sp.gov.br | (11) 3339 8162
Jamille Menezes – jmferreira@sp.gov.br | (11) 3339 8243
 
Museu Casa de Portinari
André Luiz Resende (Núcleo da Notícia) – (16) 98142 4299




quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Pinturas

PINTURAS RECENTES DE
ZÉ AUGUSTHO MARQUES
 
 


BEM-TE-VÍ


BEM-TE-VÍ

DA JANELA DO MEU

AMANHECER

PERCEBI A MANCHA AMARELA

NA CABEÇA DE AQUARELA...

PIAVA DE PIU EM PIU

JÁ O CONHECIA

APROXIMEI-O DE VISTA

E ÂNGULO....

BEMTEVISION AO BEIRAL DA FOME.

JÁ O SABIA NÃO SABIÁ

SOMOS ÍNTIMOS

DE NOSSAS MANHÃS!

 

Zé Augustho Marques

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

CD OLINDA ALLESSANDRINI



        

...abram alas para Olinda Allessandrini passar...

Assim como Chiquinha Gonzaga, uma mulher à frente do seu tempo, Olinda também quer e vai passar com seu novo CD, tema da mulher pioneira Chiquinha, pianista dos Forrobodós de consecuções incríveis para o início do século XX e até hoje. Sem vaidade, Olinda conduz audições poéticas da primeira "chorona" do Brasil, com mãos que devoram a nudez de seu piano domado pela poesia da concertista que passeia pelas teclas o barroco, os schottisches, o tango, a polka, a mazurca, e a canção da grande chiquinha. Grande também é Olinda, testemunha dos milagres pianísticos!

Abrindo alas...

Zé Augustho Marques




E-mail recebido de Olinda:

Oi, Zé.
Nossa, fiquei emocionada com teus comentários sobre as minhas interpretações
 da música da Chiquinha.
Muito obrigada, de coração!

Grande abraço. Olinda.

 

domingo, 21 de dezembro de 2014

NOELIZANDO SONHOS

aos QUE ACREDITAM

EM PAPAI NOEL EU DESEJO UM FELIZ NATAL

E MAIS UM FELIZ E DESTENEBROSO 2015.

SEM CORRUPÇÃO DE TODOS OS LADOS,

NORTE, SUL, LESTE, OESTE.

COM O CONGRE$$O VOTANDO PELO INTERESSE COLETIVO.

COM OS CIDADÃOS BRASILEIROS CIENTES DE SEUS DIREITOS.

COM O PODER PÚBLICO CUIDANDO DA COISA PÚBLICA.

COM AS PESSOAS TODAS, CUIDANDO DO LIXO E RECICLANDO-O.

COM A ESPERANÇA PINTADA NOVAMENTE DE VERDE..........

COM O POVO NAS RUAS BRIGANDO NOVAMENTE POR ALGUNS CENTAVOS...

E, DEXANDO DE BRIGAR POR BILHÕES.

COM A SAÚDE CHEIA DE SAÚDE, TRANSBORDANDO PELOS POROS......

COM O TRÂNSITO FLUINDO EDUCADAMENTE E COM AS CICLOVIAS EM ALTA.

COM.....VENHA CÁ COELHINHO DA PÁSCOA, ........

ESTE SAFADINHO COMEU MINHA LISTINHA????????????????

sábado, 20 de dezembro de 2014

Arte de Michelangelo na Camisa








Deu no HIENAS


ART'MAIL





 
 

Lina Bo Bardi


LINA BO BARDI E O SENTIDO DA ARQUITETURA

 A modernização do país idealizada nos anos de 1920 vem a tona na segunda metade da década de 50. Com a derrota da seleção brasileira na copa do mundo no Brasil e o suicídio do presidente Getúlio Vargas, o brasileiro perde a autoestima e mergulha na tristeza. A eleição do presidente Juscelino Kubitschek, em 56, e seu projeto desenvolvimentista inaugura no país uma nova era, a cultura brasileira assume uma posição de vanguarda. No mesmo ano da posse de JK acontece o lançamento da arte e da poesia concreta. Flávio de Carvalho escandaliza com a invenção da roupa para o homem dos trópicos, desfila no centro comercial em São Paulo de mini saia e meias de bailarina.
O brasileiro recupera a alegria e a confiança com a vitória da seleção brasileira na Europa em 1958, com um futebol arte que subverteu as regas do futebol europeu e encantou o mundo principalmente nas pernas tortas de um bailarino da bola muito mais preocupado com o riso do que com o gol, Mané Garrincha, sem esquecer o talento do jovem Pelé. O sonho de Brasília vira realidade. A arquitetura moderna, a Bossa Nova e o Cinema Novo confirmam a modernidade do Brasil.
Na Bahia, o governador Juracy Magalhães e o reitor Edgar Santos são os agentes fundamentais desse processo de modernização e da produção cultural no Estado, quando a Universidade tinha uma participação mais decisiva no cotidiano da cidade. É nesse ambiente que Lina Bo Bardi desembarca em Salvador trazendo uma bagagem com as referências da arquitetura moderna europeia, desconfiada com o funcionalismo e da linguagem formal e objetiva desprovida de significados capazes de promover a identidade cultural. Desconfiança que o filósofo alemão Heidegger já havia diagnosticado com muita propriedade quando afirmou que a crise da arquitetura não era uma crise de alojamento e sim uma crise do sentido do habitar.
A presença de Lina foi decisiva não só para a arquitetura mas para a cultura baiana que ensaiava a modernidade. E o impacto das matrizes da cultura popular do Nordeste foi marcante na transformação da obra de Lina. Com certa distância, faz me lembrar a experiência de Hélio Oiticica, quando sobe o morro da Mangueira com a arte construtiva: Mondrian, Malevith mais fenomenologia de Merleau-Ponty na cabeça e lá encontra o samba, redescobre o corpo e volta para o asfalto ou para a zona sul carioca com um problema para a arte: o Parangolé e a participação do espectador, um marco na arte brasileira, que faz dele o mais brasileiro e o mais universal dos artistas.
Lina chega na Bahia com a cultura e a arquitetura moderna europeia, a dúvida não explicita com a funcionalidade e um olhar moderno sobre o passado e as tradições da cultura local, mas com uma sensibilidade que surpreendia a racionalidade da arquitetura e do design moderno. Ao se defrontar com a cultura popular do Nordeste e seus produtos repensa o significado da arquitetura, não mais como uma obra individual e sim coletiva que dá forma as nossas experiências e sensações e qualifica o espaço. O arquiteto em parceria com o operário tira partido da técnica e das possibilidades poéticas dos materiais de construção, seja: concreto armado ou madeira. Desse encontro de culturas inventa a escada do Museu de Arte Moderna da Bahia. Que não sabemos direito se é realmente uma escada, uma escultura, uma instalação ou um monumento a esse milenar invento do homem para dominar o espaço.
O centenário de Lina Bo Bardi poderia ser um pretexto para se interrogar o que seria uma arquitetura moderna brasileira. Diferente da identidade nacional buscada por Lúcio Costa, a arquiteta de origem italiana, antes de mais nada, reconhece que o homem confere significado a sua existência também através da arquitetura, sobrevive ao naufrágio dos valores modernos e libera a arquitetura da ordem estrita da funcionalidade, como uma expressão do pensamento e do sentimento, possivelmente uma herança do expressionismo. Gropius, o criador da Bahaus, na leitura do historiador Giulio Argan, curiosamente, defendia uma arquitetura sem fins práticos.
Nem mesmo a arquitetura de Niemeyer com suas curvas sensuais inspiradas na geografia do Rio de Janeiro e na anatomia feminina  é mais brasileira que as edificações  despojadas com a marca do inacabado de Lina Bardi. Na minha percepção, o pensamento da arquiteta é projetar e edificar para recuperar o sentido da arquitetura ou a paisagem de uma subjetividade negada pela objetividade moderna. Compreender a singularidade da obra de Lina é aprender uma lição: a arquitetura antes de ser habitável, é ideia.

Almandrade
(artista plástico, poeta e arquiteto)