quinta-feira, 12 de julho de 2012

EXPOSIÇÃO PEQUENO BRONZE - CCMQ

Tarsila Crusius e Ruy Lopes

Zorávia Betiol, Zé Augustho e Tarsila Crusius

fotos-Tarsila Crusius

PÔR DO SOL

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O Pôr do Sol Hoje em Porto Alegre

by falabrasilcultura
Se pensar que nem tudo é restrito a entender, mas simplesmente a apreciar... LUZ...
Rosane Scherer

quarta-feira, 11 de julho de 2012

OPINIÃO

Roda Viva - Chico de Oliveira - 02/07/2012
Sociólogo fala no Roda Viva sobre política, eleições e mensalão.
01:28:45
Adicionado em 03/07/2012
26.791 exibições

Prezado Zé Augusto,
Assisti ao Roda-Viva que entrevistou o Chico. Apesar de concordar com muitas afirmações circunstanciais e fatuais, tenho com ele severa discordância ideológica. Basta apenas ver que, tendo se declarado militante atual do PSOL (com cujo Partido também discordo em essência), afirmou o que afirmou a respeito do referido Partido quando perguntado sobre. Se pensa como expressou, o que está fazendo lá? Que tipo de responsabilidade intelectual demonstra este senhor ao afirmar o que afirmou? Se expressou o que não pensa, aí, então, é sem comentários...
Mesmo assim te agradeço por haver lembrado de me remeter o vídeo, seja como for é política e historicamente indispensável saber do que afirmam os ditos intelectuais sobre o momento tão delicado e difícil pelo qual nós - Brasil - e o mundo estamos passando. A Esquerda - que é o que mais me interessa, sem desprezar o saber também sobre "o inimigo", - sobretudo.
Grande abraço,
Barreto

segunda-feira, 9 de julho de 2012

PEQUENO BRONZE


Zé Augustho e Arminda Lopes na exposição "Pequeno Bronze",
dia 07 (sábado) na CCMQ

foto-Carmem Gamba

domingo, 8 de julho de 2012

TIGRE



TIGRE
O QUE PODE SER MAIOR?
SUA BELEZA DE OLHAR?
OU SUAS PARTÍCULAS DE DEUS
NA PELE EM SEU UNIVERSO?
 artepoesia-Zé Augustho Marques

sábado, 7 de julho de 2012

PEQUENO BRONZE



Cláudia Piccinini e sua obra


Angela Pettin

Marília Fay e sua obra

Músicos presentes - Jazz Garatuja


Ieda Cabrera e a obra de Vasco Prado

Convite da exposição na CCMQ-Espaço Vasco P|rado
até dia 12 agosto

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ELIOT






                        T. S. ELIOT

                               (1888-1965)


FOI UM DOS GRANDES MODERNISTAS DO LIRISMO DESARTICULADOR, QUASE QUE IMPOSSÍVELMENTE REALIZÁVEL...

MARCANTE E FEITICEIRO DA PALAVRA COMO DISSE IGOR STRAVINSKY. POETA, ENSAÍSTA, CRÍTICO, DRAMATURGO, ESCRITOR E EDITOR, ELIOT ESCREVEU "OS GATOS" FAMOSO MUSICAL "CATS" QUE ANDREW LLOYD WEBER TRANSFORMOU NUM DOS MAIORES SUCESSOS DE TODOS OS TEMPOS!

LEIAM



Zé Augustho Marques

quarta-feira, 4 de julho de 2012

ENTREVISTA

Roda Viva - Chico de Oliveira - 02/07/2012
Sociólogo fala no Roda Viva sobre política, eleições e mensalão.
01:28:45
Adicionado em 03/07/2012
11.630 exibições

Chico Oliveira, sociólogo, fundador do PT, hoje no PSOL, em entrevista no programa Roda Viva, em 2/7.
Ótimo, dura 1hora e meia. Se não tiver tempo, assista dos pelo menos dos 24 aos 32 minutos.




sábado, 30 de junho de 2012

INCONSCIENTE CANINO


Deve estar pensando que rejeita peremptoriamente um modelo expositivo dos sistemas humanóides, aos quais o querem negativar em cartórios como adorno contra a solidão...                                    Sabe que não é um produto da indústria cultural. Sabe também que é difícil chegar a ser um RIM-TIM-TIM...                                     Deve mesmo estar pensando sobre aquilo que nunca disfarça:  A amizade irresistivelmente sem limites, legitimando-se mais fiel que seus donos...  Legítima também, suas pressas, em tempo real, de pular e latir de felicidades...   ou próximo de dormir seu sono de criança...

Para Ieda Cabrera que me fez gostar ainda mais desses bichos.



Zé Augustho Marques

domingo, 24 de junho de 2012

ALVOROÇO NO ESPELHO

O gato saltou da cadeira

furioso, olhos encurvados de briga

A cachorra, veio correndo do lado de fora.

Veio lambuzar, a face do menino, com beijos...

Apartar uma briga que não fora...

O menino e o gato não se curvaram,

nem diante do espelho!

Eram retratos iguais...

Brincavam de rato e gato.

E o vidro da porta refletia

o que haviam de fazer...

outro dia... outro alvoroço...

Zé Augustho Marques

sábado, 23 de junho de 2012

DE NOITE





MINHA ESCURIDÃO

É MAIS CLARA

POIS MEU DESEJO

CIRCULA PELO

CORPO DE UMA ESTRELA...

EU NÃO CONCENTRO MINHA DOR

PARA ONDE NÃO SEI ONDE

MEU ERRO SE ASSUSTA!

ESCUTO NO ENTANTO TANTO E

MAIS TANTOS CONSELHOS

DOS MEUS TRAVESSEIROS...  ADORMECEM



Zé Augustho Marques

quinta-feira, 21 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

RONALDO WEBSTER NO CREATIVE GENIUS



Ronaldo Webster – médico cirurgião e artista, catalogado  nos EUA

O artista vive no sul do Brasil, em Porto Alegre. Também atua como cirurgião plástico. Seu caminho para a arte escultural pura, começou com a prótese para restauração de deformidades faciais. Soldagem e conformações de metal, são usadas para estabelecer uma arte diretiva. Formas humanas e movimentos são combinados para traduzir emoções. Considerando a singularidade do acontecimento durante o processo de soldagem, cada escultura é única. Apesar do uso do metal, o objetivo é criar uma versão leve de uma escultura sólida em metal, assim como adquirir uma forma característica de dualidade... A pesquisa para esta forma de arte pode estar adequada para cada objetivo final. Tais esculturas singularizam sua experiência na espacialidade.





translation-Ieda Cabrera

terça-feira, 19 de junho de 2012

RIO +20

RASCUNHO FINALIZADO COM OS GARRANCHOS DA DESESPERANÇA!

49 PÁGINAS E 283 PARÁGRAFOS

 PARA REFERENDAR O QUE "NÃO" É "ECONOMIA VERDE"!

E O SR. ANTONIO PATRIOTA DISSE:

            "TODOS CEDERAM E TODOS SAIRAM GANHANDO"

E EU DIGO:

              MENOS A TAL DE ECONOMIA VERDE!

              QUE OS MEGA-GIGÔLOS DOS GASES DA MORTE,

              IMPEDEM O MUNDO DE UMA NOVA VIDA!

"BRASIL MOSTRA A TUA CARA,

ME DIZ O NOME DO TEU SÓCIO.

CONFIA EM MIM".. ( só para lembrar do CAZUZA)


Zé Augustho Marques

ISTO SIM É UMA CRÍTICA COM VERDADES POÉTICAS

UM DISCO HISTÓRICO

 Jerônimo Jardim nasceu em Jaguarão, no Rio Grande do Sul. Adotado ainda na adolescência pe...la cidade de Bagé, a ela dedica sua melhor querência. Vivendo hoje em Porto Alegre, lá forjou importante obra cultural, mantendo vivo o olhar sobre o nativismo disseminado pela campanha gaúcha. Como bom tapejara, desde guri carrega na guaiaca o orgulho por sua gente.
Bacharel em Direito, publicitário, servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho, exerceu a advocacia e o cargo de professor de Direito e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Rio Grande.
Mas o que nos interessa aqui e agora é a sua múltipla obra como compositor e escritor. Autor de três peças para teatro e de cinco livros infantis, Jerônimo lançou também dois bons romances: In extremis – Na alça de mira (2010), e Serafim de Serafim (2011). Compositor, teve músicas gravadas por conterrâneos seus, inclusive Elis Regina, que, em 1979, lançou “Moda de Sangue”, dele e Ivaldo Roque. E venceu o MPB-Shell/81 com “Purpurina”, interpretada por Lucinha Lins.
Sua produção musical e literária teve de ser interrompida quando um problema de saúde o forçou a deixar o violão e a escrita de lado. Aos poucos, entretanto, as ideias foram retomando espaço no dia a dia de Jerônimo Jardim. Até que, passo a passo, um dia após o outro, tudo desaguou em música na Sala Álvaro Moreira, em Porto Alegre. Lá, acompanhado por Toneco da Costa (arranjador, violonista e diretor musical do show), Pedrinho Figueiredo (produção, vocal, mixagem, escreveu arranjos para sax soprano e flauta e os tocou), Fernando do Ó (percussão), Greice Morelli (vocais), João Vicente (violão de sete cordas) e Luís Arnaldo (cavaquinho), foi gravado Jerônimo Jardim, ao vivo – de viva voz (independente).
O que nele se escuta é, talvez, menos importante do que o que se sente ao ouvir as músicas. Pulsa firme em cada uma delas a dignidade e a fortaleza de um compositor que, como poucos, expõe em versos a alma gaúcha. Feito um haragano, J. J. é arisco, difícil de domar, não se atém a formalidades estéticas banais, muito menos a simplismos facilitadores.
Sax e violão, mais o sete cordas, dão a introdução de “De Viva Voz” (J. J.). No choro delicado, a voz resvala nas notas, pois Jerônimo não é cantor, mas um trovador de suas músicas. Isso em nada diminui seu cantar; ao contrário, eleva-o a um ponto alto, onde o que prevalece é a emoção de sentir-se pleno em seu ofício de viver para fazer e cantar suas composições.
Seguem-se sambas brejeiros com melodias simples e letras bem humoradas: “Minha Nega”, “Perdoar”, “É Isso Aí”, todos de J. J.; choros: “O Amor É Assim” (J. J. e Luiz Coronel) e “Cartas Digitais” (J.J. e Clair Jardim); e frevo: “Lenha na Fogueira” (J. J. e Clair Jardim).
A tudo a plateia, os músicos e Jerônimo Jardim, estes com amplo talento, dão o tom de camaradagem explícita que perpassa cada compasso do show de uma vida levada para o disco histórico.
Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do MPB4.

(extraído do face de Jerônimo Jardim)

PRESTEM ATENÇÃO SENHORES CRÍTICOS DE QUINTOS CADERNOS...
OS GRANDES MESTRES DA NOSSA MÚSICA, MERECEM MAIS RESPEITO.
Zé Augustho Marques



Bom dia, caro poeta Zé Poesia!

Obrigado pela publicação do nosso textículo de cordel no seu blog.

Postei o convite lá no Face, a fim de que os camaradas lhe façam
uma visita.

Um abraço,

Gomes da Silveira

NATUREZAS MORTAS E VIVAS





                              NATUREZAS MORTAS - AINDA VIVAS
        
                              LÁ NO SÍTIO TEM...

                              ATÉ QUANDO?

                              ESPERANDO PELO RASCUNHO CONCLUDENTE

                              DA RIO +20...  URGENTE.

foto-poesia: Zé Augustho Marques
                    com escultura de Bez Batti

domingo, 17 de junho de 2012

Rio + 20

LOAS À RIO + 20
Verde que te quiero verde
Federico García Lorca

Estamos no mesmo barco,
Somos do mesmo planeta
E não devemos matá-lo
Com desperdício ranheta.
Vamos mais verde plantar,
Colher cordéis da caneta.
Em face à RIO + 20,
Na clara luz do momento,
Dou canja à minha viola,
Para lançar o argumento
De que sonhar vale a pena
– Conferência marca tento.
Há quem descreia do encontro;
Por mim, aqui, vou louvá-lo,
Dando-lhe ouvidos macios,
Sem, entretanto, endeusá-lo.
Nós vivemos num planeta,
E por que não conservá-lo?
Os rios, que nem os lagos,
Estão, à míngua, no lixo;
Os pobres peixes morrendo,
Sem condições qualquer bicho
De ter seu direito à vida,
Pior, em seu próprio nicho.
O homem destrói a flora,
A fauna leva sumiço
E, se existe o que deploro,
É ver progresso postiço
A pôr fim à Natureza,
Daí que não fico omisso.
Na conferência do Rio,
Que neste instante se aclara,
Quase duzentas nações
Dão o ar da sua cara.
Por isso, ainda confio
Nessa ocasião tão rara.
País que assumir os tratos
Tem que cumpri-los à risca;
Não fazer como um ianque,
Gente que não boa bisca,
Pois polui o mundo todo
E persegue o comunista.
Depois da RIO + 20,
Quero ver verdor ao vento;
Praias e mares limpinhos,
Sem haver constrangimento
Da mortandade dos peixes
E uns lalaus no Parlamento.
Quero ver chinês e ianque
E a grei dos meus camaradas
Andando mais de metrô;
As limusines guardadas,
Menos gases e fumaças,
Mais selvas, zero queimadas.
Que a RIO + 20 influa,
Seja um marco de mudanças
Nas nações desenvolvidas.
Estas fomentam matanças,
Com guerras desnecessárias,
Enfim, só enchendo as panças.
Se a RIO + 20 possa
Ser melhor que a precedente,
É questão de que crescemos,
Mas só com o povo presente
Nas decisões da Política,
Com luz nova à nossa mente.
Em dois mil e vinte dois,
Quando d’outra conferência,
Esteja o mundo melhor,
Tudo na maior decência,
Sem invasões e sem fome,
Paz reinando à consciência.
Fort., 16/06/2012.

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*Autor do DICIONÁRIO DE EXPRESSÕES
POPULARES DA LÍNGUA PORTUGUESA, WMF