terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
sábado, 22 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
LE SPECTATEUR, SPECTATOR, ESPECTADOR COM PAU DE SELF...
imagem exclusiva de Fernando Baril
Ao estabelecer esta analogia entre o perfil das artes plásticas atuais e seu "duplo" museologístico de selfie sem e com pau, quero dizer que vou tentar me colocar, sempre, neste texto, como uma criança astuta e um estudante pirata de papagaio de artes plásticas atualizada... Já me desculpando pela isonomia do espelhamento jurídico e judicialista dos que se sentirem ofendidos por este preâmbulo, digo que parece ostensivamente que a atualidade conectada para a difusão das artes comtemporâneas aqui e em parte do planeta, lidam com o simulacro de "oráculos" discrepantemente conceituais e, encontrados dentro de uma moldura art'afundeau ou afundou?... Ambas olham para o espelho do mesmo ângulo apresar de serem imagem e movimento de coisas quelquechouse não são nada mais de que uma pintura assimilada sem a passagem de seu tempo e que esta mesma pintura, tenha que esclarecer-se para o desenho escrito, que ela, é uma modelo de si e não contemporânea desse espelho que explica que um dia, já foi seu ego de reconhecimento artístico! É mais ou menos dizer para Matisse que ele pintou uma natureza morta, num dia, em que hoje, esta natureza é a sua contemporaneidade alterada para "frutas em video refletorizado para o ceticismo do belo"... Deu prá entender? Pois vou adiante como uma criança astuta ... Quando uma criança vê arte no Museu ou na galeria, ou ainda na TV e WEB’S, ela quer ver espetáculo! Quer ver desenhos fantásticos; quer ver cores como em “Avatar”; quer ver grandes mestres e aprender com a fotografia, com a imagem plástica; com o lúdico; com o vínculo humano, inclinado para o belo! E tenho certeza que quando vê, exemplo, em uma dessas “Bienais”, uma caixa de papelão e mais cem caixas apropriadamente por cima ou por baixo uma da outra, com vários guardas e monitores a cuidar da obra e explicando-as, esta criança torna-se um aparato dessa imutabilidade plasticista e bélica, movendo-se frustrada por “seu olhar” que nada vê, somente o futuro sem narrativa, sem trama, sem ritmo, sem poesia... Ao passo que um estudante de arte “contemporânica”, emoldurado por seu duplo, desarmado pelo medo da opinião, vê as mesmas caixas de papelão, como uma Babel autorrepresentativa e gestos repetitivos dessa “imutabilidade” infantil, gerando-lhe gametas e hormônios cerebrais com narrativas, com tramas, com ritmos e com poesia virtual de pura e indubitável dúvida do nada que viu...O mesmo nada, que a criança astuta, só que com texto chacoalhador makes with a repetitive movements. Deu para entender a analogia do colapso contemporâneo¿ Pois ,pois , tentei me sujeitar ao duplo prazer de escrever como um poeta voyeurista, fazendo desse espelho um pau de self para fotografar a cara dessa arte que vivemos, num posicionamento submisso ante a câmera, que está levemente virada para minhas costas.
Zé Augustho Marques
KATE KOLWITZ
ARTE PARA LEMBRAR QUE TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS POR UM MUNDO
MELHOR..... AO QUE PARECE É QUE PIORA.....VOCÊ TEM FOME DE QUE??????
João José dos Ninguéns
Cuidado João
Abaixa José
Tá na hora viva dos vampiros
E de todas rezas@tiros...
Lavando o teu sangue com balas
de metralhadoras
chicotes de senzalas
Cuidado José
Abaixa João
Cadê a saúde, educação
e a tua nua certidão?
Parecem mosquitinhos de papel
dessa democracia de carroussel
que roda e gira
gira e roda e vai pro valão...
Cuidado José João
com a promessa ignorada
mentira mesmo e deslavada
com o sangue do teu filho
escorrendo na calçada...
E o teu seguro da vida PRÁ MARIA
Vai pagar algum vintém...
E, o político que você votou
nem ao menos depositou
um cartão de BOA MORTE
Porque tu sabes José João
que neste país de pouca sorte
tu és "João José dos ninguéns..."
Zé Augustho Marques
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
PARA QUE SERVEM NOSSAS FAÇANHAS ?
PARECE MESMO QUE AINDA NAO CHEGAMOS
AO FUNDO DO POÇO.....
POIS PERGUNTO ENTÃO
PARA QUE SERVIRAM NOSSAS FAÇANHAS
DE MODELO PARA ESTA TERRA QUE ERRA
E QUE SÓ BERRA POR SALÁRIO ATRASADO
PROPOSITALMENTE POR UM GOVERNADOR
RIDÍCULO E CAGÃO....
AO FUNDO DO POÇO.....
POIS PERGUNTO ENTÃO
PARA QUE SERVIRAM NOSSAS FAÇANHAS
DE MODELO PARA ESTA TERRA QUE ERRA
E QUE SÓ BERRA POR SALÁRIO ATRASADO
PROPOSITALMENTE POR UM GOVERNADOR
RIDÍCULO E CAGÃO....
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Aniversário do MARGS - 15 de agosto
Paulo Amaral, diretor do MARGS abrindo a
Exposição comemorativa de 61 anos
Zeuner em destaque
Zé Augustho indicando sua curadoria da última exposição
da grande Ruth Schneider
Exposições históricas
Paulo Amaral e Zé Augustho
1998 ano da restauração do MARGS
com exposição de Ruth Schneider
com curadoria e produção de
Zé Augustho Marques
Apresentação de músicos da OSPA
Zé Augustho, Ana Aita e Roberta
detalhe-público no evento
fotos Miguel Costa
Loop Discos
Nani Medeiros - Valentia
Valentia (Mathias Pinto / Alexandre Susin) Intérprete: Nani Medeiros Músicos: André Ferreira, Felipe Santos, Guilherme Sanches, Ismael Silva, Lucian Krolow, Mathias Pinto, Rafael…
00:02:41
Adicionado em 17/08/2015
19 exibições
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Novo clipe da Loop Discos.
É o registro da faixa "Valentia" da Nani Medeiros.
Valentia é o primeiro clipe do EP homônimo de Nani Medeiros lançado em junho desse ano. O vídeo registra o processo de gravação da faixa nos estúdios da Loop Reclame e mais do que isso, registra um novo momento na carreira da cantora.
Valentia apresenta a maturidade de Nani na escolha dos seus parceiros, arranjos e composições. Mostra a segurança de uma intérprete com 11 anos de estrada e ao mesmo tempo a leveza e despretensão de uma iniciante.
O clipe é uma produção em parceria entre Loop Discos e Estação Filmes.
Valentia apresenta a maturidade de Nani na escolha dos seus parceiros, arranjos e composições. Mostra a segurança de uma intérprete com 11 anos de estrada e ao mesmo tempo a leveza e despretensão de uma iniciante.
O clipe é uma produção em parceria entre Loop Discos e Estação Filmes.
Clique aqui para conferir.
Para saber mais sobre o trabalho da Nani, clique aqui.
Para mais informações, é só entrar em contato.Fernanda Hernandez Rua Felipe Neri, 353 - Auxiliadora Porto Alegre - RS (51) 3022-2600 www.loopreclame.com.br www.loopdiscos.com |
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
NA FEIJOADA DA CHICO LISBOA
ROSANE MORAIS COM ZÉ AUGUSTHO NA FEIJOADA DA CHICO LISBOA
ZÉ AUGUSTHO DOANDO UM TRABALHO DE POESIA VISUAL PARA KATIA COSTA
ZÉ AUGUSTHO E KATIA COSTA DIRETORA DA CHICO LISBOA- FEIJOADA SANTANDER
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Os Guarani MBYA
O livro Os Guarani Mbyá será lançado no dia 17 de agosto (segunda-feira), às 19h, no Museu da UFRGS. O lançamento inaugurará a exposição homônima, que contém imagens da obra. O evento começa às 19h e a mostra estará aberta a visitação até o dia 27 de setembro.
A produção das fotografias surgiu a partir da relação de Vherá Poty, fotógrafo Mbyá e cacique da aldeia de Itapuã, e de Danilo Christidis, fotógrafo e professor. Durante 7 anos, a dupla visitou 15 aldeias no Rio Grande do Sul onde vivem comunidades guaranis.
Saiba mais:
Lançamento do Livro “Os Guarani Mbyá”, por Danilo Christidis.
O povo Guarani, provavelmente de origem amazônica de há mais de 3.000 anos, representa uma das maiores populações indígenas no Brasil, com cerca de 60.000 pessoas[1]. Aproximadamente 3.000 vivem no Rio Grande do Sul, distribuídos em cerca de 80 aldeias[2]. Destas, 15 foram visitadas pelo fotógrafo Mbya e Cacique da Aldeia de Itapuã, Vherá Poty, e o fotógrafo e professor, Danio Christidis, durante o período de 7 anos.
Em 2008, Danilo Christidis começou a visitar Vherá Poty em sua aldeia a fim de ensiná-lo a fotografar. Christidis que além de fotógrafo, tem uma escola de fotografia, a Fluxo, teve em Poty seu primeiro aluno. Não demorou muito para que os papeis se invertessem. Poty se mostrou um fotógrafo muito talentoso e então passou a ensinar Danilo a como perceber sua comunidade, sua cultura, costumes e formas de pensar e agir no mundo. Certa vez ele disse a Danilo: “Vamos te receber como uma criança, que precisa ser ensinada a perceber o mundo como nós percebemos. Existem muitas coisas invisíveis pra ti, aos poucos elas se tornarão visíveis”.
Assim iniciaram uma jornada fotográfica que agora origina um livro de fotografias que será lançado no dia 17 de agosto, no Museu da UFRGS, com uma grande exposição das imagens do livro.
O território guarani se estende no Brasil pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. As áreas de vida e circulação deste coletivo indígena abrangem as florestas subtropicais, onde aprenderam a conviver em íntima comunhão com as matas que os alimentam e os justificam. Esta fantástica sócio-diversidade infelizmente é pouco conhecida dos brasileiros, sendo por isso pouco respeitada e valorizada. São distintas da sociedade envolvente, sua língua, forma de organização social, relação com a natureza e religiosidade; arte, educação, medicina e saúde, modos produtivos e manejo de recursos naturais; formas de culinária, gestação e parto, compreensão da infância, da velhice, do nascimento e da morte.
Este coletivo, ao longo do tempo, criou um patrimônio característico, assentando a base material de sua produção simbólica em uma perfeita adaptação e convivência com o ecossistema. A importância das matas como fonte para a vida guarani-mbyá se reflete em todos os aspectos do “seu modo de ser”. O livro pretende tornar visível a alegria e a luta deste belo povo indígena.
SERVIÇO:
Abertura da exposição e lançamento do livro “Os Guarani Mbyá”, de Vherá Poty e Danilo Christidis.
Dia 17 de agosto, às 19h.
Visitação: de 18 de agosto a 27 de setembro.
Museu da UFRGS – Av. Oswaldo Aranha, 277, bairro Farroupilha
O Livro estará à venda por R$70,00 somente no lançamento.
Atenciosamente,
Museu da UFRGS
Unidade de Produção e Divulgação
Av. Osvaldo Aranha, 277 – Porto Alegre – RS – 90035-190
(51) 3308.3562 – museu@museu.ufrgs.br – www.ufrgs.br/museu
I Congresso Internacional e IV Congresso Nacional de Direito Homoafetivo
Nos dias 2, 3 e 4 de setembro, vai acontecer no Rio de Janeiro o I Congresso Internacional e IV Congresso Nacional de Direito Homoafetivo.
Pela primeira vez o tema será discutido em âmbito internacional, quando serão debatidas os avanços do reconhecimento dos direitos da população LGBTI em todo o mundo, tais como: acesso ao casamento homoafetivo, questão de refugiados, terceiro gênero, multiparentalidade, sistema interamericano de direitos humanos, entre outros.
O evento tem por objetivos ampliar a discussão sobre a necessidade de aprovação de uma legislação que assegure direitos e criminalize a homofobia.
É uma promoção da Comissão Nacional da Diversidade Sexual da OAB e da OAB/RJ e vai acontecer em sua sede: Av. Marechal Câmara, 150.
Inscrições e maiores informações pelo site: www.oabrj.org.br/evento/15987-direito-homoafetivo-congresso-internacional
Maria Berenice Dias
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